Aqui estão três das notícias mais recentes e relevantes em inglês da indústria global de contêineres (outubro de 2025):
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Perspectiva da Maersk para o quarto trimestre de 2025 – Os volumes transpacíficos aumentam apesar dos ventos contrários nas tarifas
Os fluxos de contentores com destino aos EUA provenientes do Sudeste Asiático permanecem resilientes à medida que entramos no último trimestre, mas as paralisações da Golden Week, as revisões tarifárias em curso e as novas taxas de serviço dos EUA sobre os navios chineses estão a levar as transportadoras a ajustar os serviços. A capacidade terrestre está diminuindo e a Maersk aconselha os transportadores a garantirem LCL e slots terrestres com antecedência para proteger os estoques de férias. -
Atualização de frete na América do Norte – queda nas importações acelera, escassez de equipamentos se espalha
As importações de contentores dos EUA caíram 3,9% em Setembro e prevê-se que caiam 6,8 – 20,1% em termos anuais até Dezembro. O transporte de exportação enfrenta agora escassez de equipamentos, especialmente na Costa do Golfo dos EUA, enquanto a fiabilidade dos horários a nível mundial melhorou para 65%. As transportadoras estão a absorver as novas taxas do USTR sobre a tonelagem operada na China, deixando as taxas de curto prazo inalteradas. -
BIMCO: sobra de reciclagem de navios porta-contêineres atinge 1,8 M TEU – maior volume desde 2016
Os estaleiros de demolição receberam uma enxurrada de unidades clássicas Panamax e das primeiras unidades pós-Panamax, à medida que os proprietários tentavam conter o excesso de oferta. Prevê-se que os volumes de reciclagem ultrapassem os 1,8 milhões de TEU em 2025, o nível mais elevado em nove anos, o que poderá ajudar a aliviar o excedente de capacidade de 33% que continua a pesar nos mercados de transporte de mercadorias.
Estas histórias captam a actual pulsação do mercado: procura resiliente transpacífica, crescentes desequilíbrios de equipamento na América do Norte e uma onda recorde de desmantelamento de navios para combater o excesso crónico de oferta.
